Contemplo-te Rosa... Agora morta, marcando o livro que lhe guarda... . Busco-te Rosa... Pétalas secas, vida presa entre letras... . Choro-te Rosa... A mão que ti colheu, enxuga agora as lagrimas de sua própria tristeza... . Pergunto-te Rosa... Qual tua culpa por tanto perfume e beleza? . Entenda-me Rosa... Por amar te colhi, como presente te usei... . Perdoe-me Rosa... Te sacrifiquei por comparar-te a quem tanto amei. . Alex Simas
Somente depois da última árvore derrubada, depois do último animal extinto, e quando perceberem o último rio poluído, sem peixe, O Homem irá ver que dinheiro não se come! (Provérbio Indígena)
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