Devolvo-te as flores que, escondido enquanto a noite enchia-se de estrelas e tu de sonhos, roubei de ti para me perfumar, Jardim Perfumado que és.
E agora, já perfumado de deusas, devolvo-as com o néctar que emprestei das abelhas rainhas e com os beijos meus, cuja fórmula doce aprendi com o beija-flor.
Devolvo-as sem mais nada.
Apenas espero que o silêncio acomode-se entre os vácuos das palavras e os sentidos as transparentem.
Somente depois da última árvore derrubada, depois do último animal extinto, e quando perceberem o último rio poluído, sem peixe, O Homem irá ver que dinheiro não se come! (Provérbio Indígena)
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